quarta-feira, 12 de maio de 2010

RICARDO RODRIGUES COMETEU APENAS UM DESLIZE PESSOAL?

É incompreensível as posições tomadas pelos partidos que se dizem de esquerda - PS, PCP e BE - na Comissão Parlamentar de Ética, argumentando que não deve haver uma crítica ao deputado Ricardo Rodrigues por ter retirado os gravadores a dois jornalistas que o entrevistavam, como parlamentar e em plena Assembleia da República.

Não foi um acto político, dizem aqueles partidos. Então o que foi? uma partida de carnaval. Surrealismo puro.

IGREJA CATÓLICA: AFINAL ESTÁ A DESTRUIR-SE A SI PRÓPRIA - SEGUNDO O PAPA

Afinal, a Igreja Católica Apostólica Romana é um imenso polvo, que atingiu uma tal depravação que ja se destrói a si própria.

Esta confissão não veio de qualquer inveterado ateu, mas sim do homem que a lidera, o alemãp Joseph Ratzinger, cardeal alemão, que, durante 10 anos, foi o "fiel jardineiro" do então Papa João Paulo II , que fez medrar a hidra de sete cabeças no interior da instituição, como defensor encarniçado da "pureza da sua doutrina" e que - conforme Bento XVI - agora admite: "o pecado existe na Igreja".

Este mesmo Bento XVI confessa agora que "os ataques ao Papa e à Igreja não vêem só de fora", mas essencialmente de dentro.

E o que "vem de dentro da Igreja" : a devassidão, a opulência, o branqueamento de capitais, a cumplicidade descarada com a Máfia, a especulação financeira mais descarada, o desprezo total pela vida humana, com o financiamento dos cartéis de droga, da indústria do armamento, a proliferação da agiotagem, com a arrecadação de fortunas colossais em especulação financeira e traficância de capitais.

Bento XVI mudou agora a agulha na sua opinião.

Afinal não eram os meios de comunicação que exageravam.

Perante a evidência, dá uma de humildade, e reconhece, no fundo, que ele foi cúmplice em toda esta situação. Procura branquear a sua actuação e o grupo de corifeus cardeais e bispos que têm vivido a manipular as imensas massas analfabetas, semi-analafabetas e bloqueadas pela tradição religiosa, fazendo crer que a Igreja Católica é ums instituição honesta, transparente, benfeitora dos povos. Afinal está grangrenada. Cheira a podre.

Bento XVI viveu na chamada Cúria Romana nas duas últimas décadas da sua vida. Ascendeu ao cargo papal (não por inspiração divina, como afirma Marcelo Rebelo de Sousa), mas, precisamente, pelo papel que desempenhou no fomento e gestação do actual estado de coisas que mina essa Igreja, que sempre viveu à custa, apoiando e pressionando o poder temporal dominante estabelecido no Mundo Ocidental e sob o signo das riquezas materiais.

Bento XVI, como conselheiro privilegiado, esteve por dentro dos escândalos do Banco Ambrosiano, da íntima ligação entre a Democracia Cristâ italiana, corrupta, a Máfia e as redes de tráfico de droga, que utilizavam os bancos do Vaticano para movimentar o dinheiro sujo e fazer o seu branqueamento. Bento XVI sabia, há muito, que a devassidão sexual imperava nos bispados e na Cúria Romana. Encobria-a com a sua acção como "protector da doutrina". A Igreja Católica não podia denunciar-se a si própria, defendia então.

Que dirão desta situação, personalidades que dão loas a esta Igreja, como Marcelo Rebelo de Sousa, Cavaco Silva, César das Neves, António Guterres e outros.

terça-feira, 11 de maio de 2010

SÓ HÁ UMA MANEIRA DE COMBATER A ESPECULAÇÃO - SACAR DINHEIRO À ALTA FINANÇA

Há dias, as chamadas empresas de rating, sedeadas na especulação de Wall Street, davam notas negativas à evolução económica de Portugal; as bolsas, como por mágica, afundavam-se drasticamente. Dias depois de a União Europeia injectar milhares de milhões de euros num "fundo público" de apoio ao Euro, essas mesmas bolsas actuavam em alta fora do comum.

Todo este alvoroço , todo este escarcéu em torno desta especulação só pode dizer transmitir uma ideia, e, logicamente, apontar as baterias para o local onde está o fogo: "A alta finança domina o poder" e é ela que incentiva a crise financeira - e por tabela económica, social e até política.

Pode dizer, sem qualquer margem de erro, que caminharemos para a impossibilidade de fazer entrar o poder de Estado - ou seja em primeiro lugar a sua administração pública - nos carris de impulsionar a produção nacional, no caso em apreço, para Portugal, mas, no geral dos restantes países europeus, sem conseguir uma fixação equilibrada do respectivo Orçamento estatal nos próximos anos, ou seja enquadrar uma balança equilibrada entre a receita e a despesa do Estado português.

E, para conseguir isto, sem provocar encargos desastrasos para quem paga os impostos, sem fugir a eles, sem provocar um empobrecimento constante dos assalariados, e mesmo das pequenas e médias burguesias (as classes médias no geral), sem levar a um aprofundamento conflitual societário, terá de ser uma nova governação que vá buscar os lucros enormes e fúteis à alta finança e aos grandes patrões, estilo Belmiro de Azevedo.

Ao longo deste últimos 30 anos, o regime saido do 25 de Novembro ficou, progressivamente, nas mãos do capital financeiro especulativo.

E foi ele que determinou, em grande medida, toda a acção governativa de Portugal.

Os banqueiros, os especuladores bolsistas, os patrões do lucro fácil, proprietários das redes de distribuição de alimentos e de fundos de pensões, proprietários da accções maioritárias das empresas de alta tecnologia, com pouco incorporação de produção nacional, foram eles que indicaram os seus representantes nos governos, impuseram a legislação que desejavam para brutalizar quem trabalha, controlaram os concursos de Estado ou públicos, encheram os ministérios com lacaios subservientes.

Foi com a orientação desse capital financeiro que se conduziu a um endividamento crescente das classes mais desfavorecidas, que se fomentaram obras de engenharia duvidosa e eficaz para o bem público, que se empolou desastrosamente a dívida pública. Ora, foi com a evolução crescente desse deficé estatal que se efectuaram as maiores especulações fradulentas, que levaram os bancos a arrecadar milhões e milhões de euros.

Em cada ano, houve sempre um Orçamento restritivo para os assalariados. A dívida pública subiu, no entanto. Novos empréstimos eram feitos, a alta finança engordava sempre mais. Depois, aí que estamos na bancarrota, ou quase. Medidas imediatas: mais encargos para os de baixo, mais penúria, mais apertar do cinto.

O que se faz sentir hoje, com mais acuidade, é um acumular de vigarices e enriquecimentos dos especuladores financeiros de há 30 anos.

Não haverá mudança desta situação, sem actual radicalmente, e com presteza, com a especulação financeira. Sem fechar os olhos, sem olhar para trás. Ou se faz pagar à alta finança, ou caminharemos para a miséria e a bancarrota.



RICARDO RODRIGUES: COMO PODE UM HOMEM DESTES ASCENDER A VEDETA PARLAMENTAR?


Ricardo Manuel de Amaral Rodrigues, nascido a 01 de Junho de 1958, nos Açores, licenciado em Direito, profissionalmente afirmando-se advogado, tornou-se, de repente, um deputado vedeta do Partido Socialista nesta X Legislatura da Assembleia da República.
Além de vice-presidente do grupo parlamentar do PS, Ricardo Rodrigues faz parte de algumas das principais comissões parlamentares - Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias; Negócios Estrangeiros e Orçamento e Finanças. Está ainda "escalado" para as comissões eventuais parlamentares de acompanhamento das medidas legislativas anti-corrupção (sic) e para a que investigação a relação entre o governo e o negócio da PT/TVI. Pertence também a Comissão Permanente da Assembleia da República, e desta emana, por eleição dos seus pares combinados, para pertencer ao Conselho Superior do Ministério Público.
Perguntar-se-á: Como emergiu esta personalidade na vida política nacional, ela que foi "chutada" dos Açores, após se ter demitido do cargo de secretário de Estado da Agrcultura do actual governo autonómico, liderado por Carlos César, por aparecer, como suspeito de pertencer a uma rede de pedofília, no âmbito do chamado caso da "garagem do Farfalha"?
E esta ascensão ainda mais intriga - porque foi apadrinhada pelo actual secretário-geral do PS, José Sócrates, que exerce, também, o cargo de Primeiro-Ministro do País.
Ricardo Rodrigues fora constituido arguido, nos primeiros anos de desta década, num processo de fraude, roubo, burla e falsificação de documentos em que foi lesada uma delgação da Caixa Geral de Depósitos nos Açores, precisamente em Vila Franca do Campo, em vários milhoes de contos (hoje dezenas de milhões de euros).
Ricardo Rodrigues, que não chegou a ser pronunciado, quer num caso, quer noutro, através de expedientes de protecção não provados, mas que constam em acusações sustentadas por pessoas idóneas dos Açores, incluindo a Polícia Judiciária local, se inserem em cumplicidades de alto gabarito.
Um jornalista açoriano, Estevão Gago da Câmara, escreveu, em 2005, no jornal Açoriano Oriental que Ricardo Rodrigues pertenceu a um "gangue internacional" com ligações a tráfico de droga e branqueamento de capitais, e teve uma ligação negocial estreita com Débora Raposo, condenada, em 2008, por burla e falsificação de documentos que lesaram a citada delegação bancária de Vila Frana do Campo.
Ricardo Rodrigues actuou "na qualidae de advogado, sócio e procurador de uma sociedade off shore registada algures num paraíso fiscal", onde a testa de ferro era Débora Raposo. O actual deputado do PS processou o jornalista, mas, em 2009, o tribunal ilibou-o, emitindo até considerações, ainda que veladas é certo, de como foi possível a Ricardo Rodrigues escapar-se às malhas da Justiça.
O que é certo é que este obscuro político local sobressai, repentinamente, no hemiciclo de São Bento, com a capa toda poderosa da actual liderança socialista.
O advogado José Maria Martins, que escreve regularmente num blog e tem litigado em processos nos Açores, onde Ricardo Rodrigues também foi interveniente, afirma, sem qualquer reticência, que Ricardo Rodrigues é do "lobby gay".
Não se pode formular juizos de intencões sobre quem é homossexual ou não, mas é grave outro aspecto da questão, quando de vários pontos e de várias fontes, se sustenta que haja uma força de pressão clandestina e sinistra sobre o aparelho de Estado português que se enquadra em torno de um poderoso "lobby gay". A ser assim, isto é não merece contemplação, tem de ser atacado e desmontado. Uma coisa é a chamada opção sexual de cada um, outra é a criação de gangues clandestinos, de cariz criminoso em torno dessa opção.
Contra tal estado de coisas, tem de se manifestar e actuar.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

VATICANO: A MAIOR ORGANIZAÇÃO COMERCIAL MUNDIAL

O Líder da Igreja Católica Apostólica Romana e Chefe de Estado do Vaticano, um enclave de meia dúzia de construções sumptuosas na capital italiana, o cidadão alemão Joseph Ratzinger, que ascendeu ao topo daquela hierarquia religiosa, com o cognome de Bento XVI, visita Portugal de 11 a 14 deste mês de Maio.



Intitulado Sumo Pontífice da Igreja Católica (um título que foi buscar aos imperadores romanos, que se arrogavam de serem os Pontifex Maximus , no fundo o Deus Vivo, da estrutura religiosa de então), Bento XVI é, também, o responsável material de um aparente insignificante Estado, que nasceu sob o beneplácito do ditador fascista italiano Benito Mussolini, que, oficialmente, se apelida de Santa Sé (mais conhecido por Vaticano), mas que se agiganta, precisamente, porque controla uma das maiores fortunas e redes intricadas e nada transparentes de negócios mundiais, cujo valor real se mantem inpenetrável e em obscuro segredo, com a conivência e cumplicidade da restante comunidade internacional.



E é, na realidade, desta última faceta que lhe advem o poderio material, que leva à subservivência de uma parte significativa dos governos da Europa, das Américas e, mesmo da Ásia.



O Vaticano controla, a maioria do sistema financeiro e económico de Itália, estendendo os seus tentáculos, através de negócios e holdigns bancárias e financeiras, a maior parte delas escondidas em off~shores em paraísos fiscais, a, praticamente, todo o Mundo, incluindo os Estados Unidos da América.



Concretamente, dois terços dos administradores do Banco central italiano reportam, directa, ao Papado Romano. O Vaticano, segundo vários estudos divulgados ao longo das últimas décadas, inseridos em numerosas publicações consideradas de referência, do Financial Times ao Economist, passando por jornais como o italiano L´Esspresso, o Estado papal é um dos mais titulares de acções mundiais, com investimentos - muitos deles determinantes nas economias dos países - nas Bolsas de todo o planeta.



Os especialistas referem que, actualmente, a Santa Sé tem uma forte acção na orientação de Wall Street, juntamente com o lobby judeu norte-americano. Os promotores dos negócios do Vaticano, referem, em conversas privadas, tiradas do tipo: "O que é bom para a General Motors é-o igualmente para o Papado".



O que o vulgar cidadão não sabe, por exemplo, quando visita a Itália e chega ao aeroporto de Fiumiccino, é que este foi construido sob a orientação de empresas e investimentos do Vaticano. Ou quando se hospeda num hotel da capital italiano, a água que corre nas torneiras é pertença da Sociéta Dellà Acqua Marcua, que é propriedade do Vaticano. Ou o gás dos fogões e dos aquecedores de Roma, que são pertença de uma companhia de gás, que, também, ela é propriedade do Papado. Ou se precisar de fazer um telefonema, a empresa que a detem, é administrada, igualmente pela Santa Sé. E, certamente, a maior parte do bancos italianos com sede em Roma, Milão, ou Veneza, também estão sob a alçada dessa instituição geradora de dinheiro, soberbas e luxo que é o Estado onde predomina um ser que apelida de Santo Padre.



E, já agora, este Estado, centro da luxúria, dos negócios venais comerciais, da opulência do Capital, tem todas as suas manigâncias financeiras e exploradoras, sequestradas pelo estatuto do segredo. A Santa Sé é o único Estado considerado soberano que não torna pública o seu Orçamento.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Quem são os predadores financeiros?

Nos últimos meses, andam nas bocas do mundo uns seres étereos, apelidados pelos políticos dos regimes implantados na Europa, como os "ataques dos mercados". E coitados, esses políticos europeus mostram-se indignados com essa "especulação" que parece pairar no ar, como vampiros, que só andam de noite clandestinamente, por isso nunca são vistos.

E então decretam medidas de austeridade para fazer frente a esses ataques, medidas estas que atingem sempre os de baixo e nunca esses especuladores.

Mas então não têm rosto? Os governantes desconhecem onde estão?

Claro que tem rosto e as suas moradas são conhecidas, mas os nossos púdicos governantes procuram esconder-lhe as faces, pois também os iam atingir. E desse modo deslindar toda a ligação que os enquadra, como representantes políticos, desses predadores.

Os especuladores não são nada mais nada menos que os grandes capitalistas financeiros, agiotas de Wall Street, os grandes banqueiros que dominam toda a economia mundial, e em particular a do chamado mundo ocidental, a que se juntam hoje também os capitalistas especuladores chineses e russos.

Depois da desagregação do sistema soviético de capitalismo de Estado nos finais dos anos 80 do século passado, o então Presidente dos EUA Ronald Reagan lançou aos quatro ventos o anúncio de que a democracia vencera no Mundo e que, a partir daí, iria implantar-se, por todo o lado, o dominio do liberalismo económico mais desenfreado.

Na realidade, Reagan estavam a ser o porta-voz político da fracção mais rapace do capitalismo, a aristocracia financeira. E quem é esta elite financeira nos EUA? Essencialmente, os especuladores liderados pelo lobby judeu que domina a economia daquele país.

Os grandes banqueiros, os especuladores da Bolsa, os chamados empresários de sucesso dos negócios predadores e obscuros, em torno dos branqueamentos de capitais, tráfico de droga e movimentações de dinheiro em paraísos fiscais, tornaram-se os seres omnipotentes a quem os governantes de então, desde Reagan, Clinton, Blair, Mitterand, Chirac, Andreotti, Helmut Kohl, Filipe Gonzalez, Mário Soares até aos actuais Obama, Gordon Brown, Zapatero, Sócrates, Barroso, Merkel, Berlusconi, Lula da Silva, entre outros, se tornaram obedientes vassalos e seus homens de mão na governação, permitindo todo o tipo de malfeitorias, publicando legislação favorável aos negócios, adjudicando-lhes chorudos concursos públicos, afundando-se na dívida pública, levando os Estados à bancarrota ou quase.

Ora, são esses grandes banqueiros, esses especuladores da Bolsa, que estão a forçar os Estados, através dos seus governantes cúmplices, para conseguir realizar novos contratos, através de mais empréstimos nas condições mais desfavoráveis para esses mesmos Estados, levando a um roubo descarado dos contribuintes líquidos, a maioria dos trabalhadores, a quem lhe vão ser retirados salários, benefícios sociais.

E esses especuladores, que arruinam também um elevado número de pequenos capitalistas, vão ter, nos próximos tempos, fortunas majestosas, adquiridas com rapidez extraordinária. Assim aconteceu, recentemente, nos EUA com o grupo financeiro Sachs Goodmans, que recebeu muitis e muitos milhões de dólares de "ajuda" do Estado, e, com novos processo especulativos, emprestando dinheiro ao próprio Estado, já afirma que os seus lucros são elevados este ano.

O actual liberalismo económico mundial não é mais do que uma enorme sociedade de acções que saca a riqueza de cada país, dos seus asslariados e até dos seus capitalistas menores, para distribuir os dividendos pela aristocracia financeira, deixando umas migalhas para os governantes e o séquito de assessores e consultores que os servem.

domingo, 2 de maio de 2010

Como se forja a repressão interna


Este é o primeiro texto do meu blog. E ele começa, precisamente, pela manipulação da informação que é organizada pelo grande centro enquadrado pela comunidade dos serviços secretos norte-americanos.
Estou a referir-me, justamente, à notícia que está a ser veiculada pelos grandes meios de comunicação dos Estados Unidos, a partir das informações que são prestadas do interior da administração governamental de Washington: as autoridades de segurança neutralizaram, domingo, um carro-bomba, que "poderia ter provocado uma grande tragédia" no centro de Nova Iorque, mais concretamente em plena Times Square.
Os meios de informação ocidentais difundiram, de imediato, a notícia como se de uma verdade se tratasse. Não questionaram, como deve ser o seu papel. Seguiram fielmente, como reprodutores obedientes do centro de poder que lhes soprou a dica, aliás. Ou seja tudo o que vier de Washington é verdadeiro.
Não colocaram uma mera dúvida, quando o próprio promotor da notícia, o presidente da Câmara de Nova Iorque, o judeu Michael Blomberg, um dos mentores do lobby judeu nos EUA, admitiu que o eventual achado explosivo dentro de um automóvel era "caseiro e amador" e nem sequer estava pronto para rebentar.
Mas, o atentado para a administração norte-americana já está (ou estava) em marcha e segue em frente. Com pormenores patéticos. Um aparato policial do arco da velha.
E, de imediato, ...uma reivindicação dos talibans paquistaneses. Estes, que montam no terreno de guerra sofisticados atentados contra as tropas americanas no Afeganistão e Paquistão, na América colocam apenas vulgares armadilhas "caseiras e amadoras". Tudo cheira a esturro para uma pessoa medianamente inteligente, mas para os grandes órgaos de informação é um facto consumado.
Embarcam na manipulação - e certamente não é por ingenuidade: é preciso fomentar o pânico a nivel mundial, e lançar desde já medidas preventivas de segurança, porque a situação social é explosiva no Mundo, incluindo a própria América, que está confrontada, por um lado, com o fracasso e possível derrota no Iraque, Afeganistão e Paquistão, mas já faz rufar os tambores de guerra no Médio-Oriente, com prováveis acções bélicas na Síria e Irão.
Recordam-se, certamente, que, em 11 de Setembro de 2001, dois aviões atingiram as Torres Gêmeas de Nova Iorque, uma explosão ocorreu no edificio do Ministério da Defesa, em Washingtom, edifício este conhecido por Pentágono, e foi, ainda, noticiado ainda que um terceiro avião ter-se-ia despenhado na Pensilvânia. Morreram mais de três mil pessoas.
Nove anos depois, ainda é, praticamente, segredo de Estado o que, na realidade, sucedeu.
Há mais de dois anos que existem, formalmente, cinco pessoas acusadas de terem conspirado para cometer os citados atentados de 11 de Setembro. Não se conhecem quem são. A não ser os seus nomes. E, segundo as autoridades judiciais da administração de Washington um deles, Khalid Sheik Mohamed, é "autor confesso" de ser o mentor dessa conspiração.
Mas, julgamento é que não ha. E se o houver querem que ele seja feito à porta fechada, em Tribunal Militar.
Em Dezembro de 2001, foi anunciado, alto e bom som, que foi detido dentro de um avião da American Airlines, que fazia o trajecto de Londres para Miami, um indivíduo britânico de nome Richard Reid, que transportava um carga explosiva escondida em sapatos e se preparava para fazer explodir a aeronave. Até hoje, nada se sabe deste homem, nem se será levado a julgamento. Outras notícias de idênticos atentados foram surgindo ao longo destes anos. Quais os seus resultados?
Mas, outros factos são de assinalar: Depois dos atentados de 11 de Setembro, os Estados Unidos e outros aliados ocidentais invadiram o Iraque, o Afeganistão e estão agora empenhados em tomar conta do Paquistão.
E tudo isto foi feito, tendo como base argumentativa a existência de uma grande conspiração contra o Mundo Ocidental (com os EUA à cabeça) praticada por um grupo chamado Al-Qaeda, constituida por eventuais fanáticos religiosos islamistas, refugiados numas montanhas inóspitas entre a fronteira afegã-paquistanesa, que reivindicaram, oportunamente, os atentados de Nova Iorque.
Ora, o líder deste grupo é nada mais, nada menos que um milionário saudita, próximo da Casa Real de Riad, chamado Bin Laden, que foi um agente dos serviços secretos norte-americanos. Curiosamente, nunca foi preso, nem se sabe onde está.