terça-feira, 3 de abril de 2012

OS USURÁRIOS DAS RELIGIÕES



1 - A recente crise financeira mundial, iniciada em 2007, mostrou, à saciedade, quem domina o poder de Estado nos mais diferentes países e regiões: a grande banca internacional.

Na realidade, quando se constatou, então, as bancarrotas dos grandes bancos e grandes seguradoras, desde os poderosos Estados Unidos da América, até aos chamados BRIC, verificou-se que a principal preocupação dos executivos desses países, bem dos seus bancos centrais, foi "salvar" da insolvência essas gigantescas instituições de rapinagem e usura que se chamam a esses grandes estabelecimentos, injectando dinheiro roubado aos contribuintes, especialmente aos trabalhadores e pensionistas.

Não haja dúvida que, desde a China que se auto-apelida de comunista até aos Estados Unidos, passando pela União Europeia e continuando na Rússia, Índia, Paquistão, Brasil, Venezuela e acabando em Cuba, quem domina é uma fracção da burguesia específica, a ligada à alta finança especulativa, ainda que, em alguns países funcionem sob a forma de capitalismo de Estado.

 
O actual Papa Romano e o embaixador de Israel junto da Santa Sé

O que já está mais, propositadamente, escondido, nos grandes meios de comunicação social, é que os dois grandes polos dessa alta finança internacional são, justamente, dois "blocos" de carácter religioso que, em sintonia negocial, centralizam o poder real dessa fracção burguesa: o capital da *sociedade anónima* Vaticano e os capitalistas do rito judaico assumido, centrado na Wall Street e na City londrina.

Pode-se referir que tal afirmação não tem sustentação. 

Iremos apresentar alguns dados um pouco mais à frente. 

É difícil dizer, com todas as letras, que determinada instituição bancária é do Vaticano, porque, certamente, nos quadros das suas administrações, ou dos accionistas, não estão lá representados, directamente, o Papa  Católico Romano, os seus assecias, cardeais ou bispos, ou meros padres, mas sim os "homens de mão" das finanças, da economia, das advocacias, que são os gnomos reais e concretos dessa instituição.

Já para os banqueiros e empresas interligadas com o Capital, da parte dos judeus - e são-no, porque, embora aparentemente leigos, são todos religiosos professos na essência, acaudelados apenas e só pelo judaísmo -  é mais fácil referenciar a sua proveniência. E, hoje, pelo menos nos Estados Unidos da América, fazem gala, humilhando os próprios governantes e o Chefe de Estado, de afirmar que são eles os "donos da América".

Mas, antes de entrar nesse campo, irei referir que, do ponto de vista ideológico e prático, actualmente, o cristianismo (nas suas versões católicas e similares protestantes nas suas diferentes confissões) e o judaísmo estão em consonância total nos objectos que perseguem na sociedade humana: transformaram-se em máquinas de endeusamento do egoísmo e da usura humanas.

O que era a essência multi-centenária, e até milenar, do judaísmo, que com o seu egoísmo permanente, teve como pressuposto na sua actividade prática a procura e o entesouramento em torno do dinheiro, o cristianismo (e, em primeiro lugar, o catolicismo) adquiriu, para si, de uma maneira mais centralizada, organizada e em escala planetária, essa essência ancestral do judaísmo, essencialmente no século XX até à época actual. 

Eles hoje estão intimamente ligados nos grandes negócios da usura, embora procurem, concorrencialmente, tornar-se dominantes, um face ao outro. E, por vezes, *guerreiam-se*.

2 - O Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, Suíça, acabou, há alguns anos, um estudo que o levou a pesquisar milhares de grandes empresas, as suas ligações financeiras e as estruturas accionistas e o papel desempenhado nas diferentes economias mundiais. 

Intitulou esse estudo: "Rede de controlo das multinacionais" (The network of global corporate control), tendo concluindo em que 737 das grandes empresas (financeiras e interligadas) dominam 80 por cento do capital mundial.

No estudo, ressaltou-se, em especial que os accionistas dos bancos JP Morgan Chase & Co, Unicredito Italiano SPA, AllianzSE, Bank of America Corporation, Merryl Lynch, Lehman Brothers Holdings, Credi Suisse Group, Deustsche Bank AG, Goldman Sachs Group, Morgan Stanley, Société Générale e Banque Populaire Caisse concentrariam o grosso do "poder económico" real internacional.

Especifiquemos, apenas, os quatro primeiros: o JP Morgan está nas mãos dos chamados fundos de investimento, fundações e similares, sendo que - prova-se, sem grandes arremedos de investigação - porque os grandes bancos, que, geralmente, gerem esses fundos, que, na realidade, são os seus principais accionistas, a grande maioria está ligado a interesses individuais e colectivos do capitalismo judaico de Wall Street (o vigarista Maddoff foi durante anos o representante supremo e fidelíssimo do lobby AIPAC do NASDAQ). O Presidente do FED  e os secretários do Tesouro e da Defesa são de origem judaica, entre outros cargos de relevância estatal e governamental. 


O livro de Corrado Pallenger, edição norte-americana

Mas, não só, com esse capital ao longo das últimas seis/sete décadas foi-se dando um entrelaçamento, curioso, de outra religião.

O jornalista Corrado Pallenberg, que pertenceu ao Partido Democrata italiano na Resistência e escreveu posteriormente, em vários jornais, como Corriere de la Sera, e Daily Telegraph, e se especializou sobre as finanças da Santa Sé referiu, nos anos 70, sem qualquer desmentido: 

"Sobre o tema das relações entre o Vaticano e o mundo da alta finança internacional muito se tem escrito, mas só vagamente. O sistema das finanças da Santa Sé é complexo e difícil de considerar num todo único. Referindo-se apenas à Administração Extraordinária (um dos organismos papais de negociatas obscuras e profundas) podemos citar os Rotschild em Paris e Londres, o Crédit Suisse, o Banco Hambro (que hoje já não existe, o Banco J.P. Morgam em Nova Iorque e (last bur not least), o Banker Trust Company, também em Nova Iorque. Um dos Vice-presidentes desta companhia (sublinhado nosso, maioritariamente de capitais judeus) é (era, o senhor já morreu), Andrew P. Maloney, é conselheiro para os Assuntos Económicos e Sociais da representação da Santa Sé nas Nações Unidas".

Passemos ao seguinte: o Unicredito Italiano SPA é um banco do Vaticano, e isto porque os seus principais accionistas pertencem ao domínio directo do IOR (Mediobanca, 5,72%, Fondazione Cassa di Risparmio di Verona, Vicenza, Belluno e Ancona, 4,211%, Fondadazione Cassa di Risparmino di Torino, 3,339%, Carimonte Holding, 2,910% e o grande grupo alemão católico Allianz, 2,201%).

Convém referir que o Unicredito comprou, em 2005, o Bayerische Hypo-und Vereinsbank Aktiengesellschaft (Hypo Vereinsbank ou HVB), que é, nada mais, nada menos, o segundo maior banco privado da Alemanha. Com esta fusão surgiu o maior banco italo-alemão, que ultrapassou em valor e importância o Deustche Bank.

 
 Roma: sede do Unicredito

O grupo Allianz é dominante, por seu turno, na Alemanha.

Finalmente, o Bank of America está, em maioria nas mãos de capitalistas judeus, mas tem igualmente capital e fortes investimentos da Santa Sé, tal como o Morgan, e já agora vice-versa.
(O jornalista italiano Gianluigi Nuzzi, que publicou um livro com o título *Vaticano S.A., onde reproduz as memórias e os documentos de um dos mais importantes gestores das finanças da Igreja Católica, de 1974 até 2000, monsenhor Renato Dardozzi, assinala que "a década de 1960 marca o crescimento desmesurado e o vértice nos negócios entre os EUA, o Vaticano e a Itália". 

E precisa - referindo-se a Michele Sindona, banqueiro, mafioso e *homem de mão* intermediário de negócios do Papa Paulo VI : 

"Conselheiro do boss italo-americano Joe Adonis, da *família* de Dom Vito Genovese, o banqueiro siciliano descobre os canais para o branqueamento da Máfia, conquista a imprensa americana graças aos sucessos financeiros, faz negócios com David M. Kennedy, (um judeu-citação minha), presidente do Continental Illinois Bank, o qual será ministro do Tesouro do governo de Nixon. 

E filia-se na Loja maçónica mais poderosa daquele período, a Propaganda Due, de Licio Gelli, que conhece durante um dos seus raros deveres sociais: director das Remington Rand na Toscana".

Ou seja, mostra a interligação perfeita entre o capital judeu e mafioso norte-americano como o capital do Vaticano, em sintonia com a Máfia italiana).  

Já agora, e a talhe de foice, convém referir alguns dos principais bancos italianos e europeus, todos eles dominados, ou com forte presença accionista do Papado romano, directamente ou via *sucursais*, como a Opus Dei, os franciscanos, dominicanos e outros : Banco Popolare, Intensa Sanpaolo, Banca Monte dei Paschi di Siena e Union di Banche Italiane (UBI Banca), Union de Banques Suisses (UBS), Banco Bilbau, Viscaia, Argentaria, Banco Pastor, Banco Popular, Santander, Royal Bank of Scotland ou Barclays . 
Mussolini saúda o pacto assinado o Papa Romano 

Assim, se expandiu o polvo financeiro do Vaticano..."O governo italiano compromete-se a cumprir o acordo que consiste no pagamento da quantia de 750 milhões de liras à Santa Sé e a entregar ao mesmo tempo títulos de dívida pública a 5% no valor nominal de um bilião de liras italianas".

3 - De certo modo e em certo sentido, pode verificar-se a real distribuição de poder no chamado mundo capitalistas ocidental,  que, presentemente enquadra, em grande medida o sistema financeiro internacional, pela importância dos seus bancos e instituições bancárias nos controlos dos chamados Bancos Centrais (O BCE, na Europa, e a FED, nos EUA).

Comecemos, então, precisamente, pelo BCE. Quem o constitui?

Nationale Bank van Belgie/Banque Nationale de Belgique- 2,8297%;
Danmarks Nationalbank
1,726%;
Deustsche Bundesbank
23,4040%;
Bank of Greece
2,1614%;
Banco de Espanã
8,7801%;
Banque de France
16,515%;
Central Bank and Financial Services Authority of Ireland
1,0254%;
Banque Central du Luxembourg
0,1708%;
De Nederlandsche Nationalbank
4,4323%;
Oesterreichische Nationalbank
2,3019%;
Banca de Itália
14,5726%
Banco de Portugal
2,0129%;
Suomen Pankki
1,4298%;
Sveriges Riksbank
2,6636%;
Bank of England
15,9764%. Curioso é o facto deste banco, cujo país é contra o euro, estar no *coração* de uma instituição que é vital para a sustentação da moeda europeia!!!.

//Não iremos apresentar dados discriminados do que consideramos um dado adquirido: o BCE não é uma instituição oficial europeia, mas um organismo nas mãos de bancos privados, nem os bancos centrais nacionais são pertenças dos respectivos Estados. Para verificar tais dados podem ler-se os estatutos do BCE, bem como os relatórios que a sua administração faz periodicamente, bem como a estrutura accionista nacional dos respectivos bancos //.

Para o caso que queremos analisar - o papel do Vaticano, no sistema financeiro europeu - iremos concentrarmo-nos, justamente, no banco central italiano, a Banca de Itália, cujos accionistas abaixo se discriminam:



Intesa Sanpaolo S.p.A. 91.035/50
UniCredit S.p.A. 66.342/50
Assicurazioni Generali S.p.A. 19.000/42
Cassa di Risparmio in Bologna S.p.A. 18.602/41
INPS 15.000/34
Banca Carige S.p.A. - Cassa di Risparmio di Genova e Imperia 11.869/27
Banca Nazionale del Lavoro S.p.A. 8.500/21
Banca Monte dei Paschi di Siena S.p.A. 7.500/19
Cassa di Risparmio di Biella e Vercelli S.p.A. 6.300/16
Cassa di Risparmio di Parma e Piacenza S.p.A. 6.094/16
Cassa di Risparmio di Firenze S.p.A. 5.656/15
Fondiaria - SAI S.p.A. 4.000/12
Allianz Società per Azioni 4.000/12
Cassa di Risparmio di Lucca Pisa Livorno S.p.A. 3.668/11
Cassa di Risparmio del Veneto S.p.A. 3.610/11
Cassa di Risparmio di Asti S.p.A. 2.800/9
Cassa di Risparmio di Venezia S.p.A. 2.626/9
Banca delle Marche S.p.A. 2.459/8
INAIL 2.000/8
Milano Assicurazioni 2.000/8
Cassa di Risparmio del Friuli Venezia Giulia S.p.A. (CARIFVG S.P.A.) 1.869/7
Cassa di Risparmio di Pistoia e Pescia S.p.A. 1.126/6
Cassa di Risparmio di Ferrara S.p.A. 949/5
Cassa di Risparmio di Alessandria S.p.A. 873/5
Cassa di Risparmio di Ravenna S.p.A. 769/5
Banca Regionale Europea S.p.A. 759/5
Cassa di Risparmio di Fossano S.p.A. 750/5
Cassa di Risparmio di Prato S.p.A. 687/5
Unibanca S.p.A. 675/5
Cassa di Risparmio di Ascoli Piceno S.p.A. 653/5
Cassa di Risparmio di S. Miniato S.p.A. 652/5
Cassa dei Risparmi di Forlì e della Romagna S.p.A. 605/5
Banca Carime S.p.A. 500/5
Società Reale Mutua Assicurazioni 500/5
Cassa di Risparmio di Fabriano e Cupramontana S.p.A. 480/4
Cassa di Risparmio di Terni e Narni S.p.A. 463/4
Cassa di Risparmio di Rimini S.p.A. - CARIM 393/3
Cassa di Risparmio di Bolzano S.p.A. 377/3
Cassa di Risparmio di Bra S.p.A. 329/3
Cassa di Risparmio di Foligno S.p.A. 315/3
Cassa di Risparmio di Cento S.p.A. 311/3
CARISPAQ - Cassa di Risparmio della Provincia dell'Aquila S.p.A. 300/3
Cassa di Risparmio della Spezia S.p.A. 266/2
Cassa di Risparmio della Provincia di Viterbo S.p.A. 251/2
Cassa di Risparmio di Orvieto S.p.A. 237/2
Cassa di Risparmio di Città di Castello S.p.A. 228/2
Banca Cassa di Risparmio di Savigliano S.p.A. 200/2
Cassa di Risparmio di Volterra S.p.A. 194/1
Cassa di Risparmio della Provincia di Chieti S.p.A. 151/1
Banca CRV Cassa di Risparmio di Vignola S.p.A. 130/1
Cassa di Risparmio di Fermo S.p.A. 130/1
Cassa di Risparmio di Savona S.p.A. 23/1
TERCAS - Cassa di Risparmio della Provincia di Teramo S.p.A. 115/1
Cassa di Risparmio di Civitavecchia S.p.A. 111/1
CARIFANO - Cassa di Risparmio di Fano S.p.A. 101/1
Cassa di Risparmio di Carrara S.p.A. 101/1
CARILO - Cassa di Risparmio di Loreto S.p.A. 100/1
Cassa di Risparmio di Spoleto S.p.A. 100/1
Cassa di Risparmio della Repubblica di S. Marino S.p.A. 36/ -
Banca CARIPE S.p.A. 8/ -
Banca Monte Parma S.p.A. 8/ -
Cassa di Risparmio di Rieti S.p.A. 8/ -
Cassa di Risparmio di Saluzzo S.p.A. 4/ -
Banca del Monte di Luca S.p.A 2.






 
Embora não pertença ao euro, o papado cunha a moeda europeia e saca lucros fabulosos









A Banca de Itália, teoricamente, só conta com duas 

instituições participativas estatais - INPS e INAL 

(Segurança social e seguros sociais) - que representam 

menos de 10% (42 votos) de um total de 539.


Ora, o grosso dos estabelecimentos bancários e de seguros 

estão ligados, maioritariamente, à Santa Sé. 

Voltemo-nos, agora, para um outro país, a Espanha (mas 

poderia ser a Irlanda), onde os maiores bancos - BBVA, 

Sabadell, Pastor, Popular, Banesto, entre outros - eas as 

Caixas de Aforro, com grande poder financeiro, como La 

Caixa de Catalunha, estão ligadas, ou detêm uma forte 

participação de entidades católicas, directa ou por 

interpostos fundos e investimentos similares. 

O curioso é que se verifica, ao entrar no âmago do 

processo interno accionista, nesses bancos, 

aparece uma significativa presença de capital 

financeiro judeu. O que pressupõe a existência de 

interligação *planeada* entre capitais da Santa Sé 

e de Wall Street.

Finalizaremos a nossa abordagem, 

necessariamente sintética, falando do sistema 

financeiro norte-americano, e, no concreto, a 

questão que nos interessa: no geral, o controlo 

privado do banco central norte-americano, cuja 

sigla é FED, e, no particular o facto de serem os 

seus controladores, não apenas estruturas do país, 

mas também europeias, mas com o traço comum 

de serem, em larga maioria, de capitalistas 

especuladores judeus.

Os dados que justificam proveem de fontes 

diversificadas, mas todas concordantes, com perfil 

idêntico: estão ou estiveram a trabalhar dentro 

desse sistema. Sabem, portanto, da poda.

Temos, assim, que os principais accionistas da FED são:

Rothschild Bank of London;
Warburg Bank of Hamburg;
Rothschild Bank of Berlin;
Lehman Brothers of New York;
Lazard Brothers of Paris;
Kuhn Loeb Bank of New York;
Israel Moses Seif Bank of Italy;
Goldman, Sachs of New York;
Warburg Bank of Amsterdam;
Chase Manhattan Bank of New York.




  

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