1 - A recente crise financeira mundial, iniciada em 2007, mostrou, à saciedade, quem domina o poder de Estado nos mais diferentes países e regiões: a grande banca internacional.
Na realidade, quando se constatou, então, as bancarrotas dos grandes bancos
e grandes seguradoras, desde os poderosos Estados Unidos da América, até aos
chamados BRIC, verificou-se que a principal preocupação dos executivos desses
países, bem dos seus bancos centrais, foi "salvar" da insolvência
essas gigantescas instituições de rapinagem e usura que se chamam a esses
grandes estabelecimentos, injectando dinheiro roubado aos contribuintes,
especialmente aos trabalhadores e pensionistas.
Não haja dúvida que, desde a China que se auto-apelida de comunista até aos
Estados Unidos, passando pela União Europeia e continuando na Rússia, Índia,
Paquistão, Brasil, Venezuela e acabando em Cuba, quem domina é uma fracção da
burguesia específica, a ligada à alta finança especulativa, ainda que, em
alguns países funcionem sob a forma de capitalismo de Estado.
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O actual Papa Romano e o embaixador de Israel junto da Santa Sé
O que já está mais, propositadamente, escondido, nos grandes meios
de comunicação social, é que os dois grandes polos dessa alta finança
internacional são, justamente, dois "blocos" de carácter religioso
que, em sintonia negocial, centralizam o poder real dessa fracção
burguesa: o capital da *sociedade anónima* Vaticano e os capitalistas do
rito judaico assumido, centrado na Wall Street e na City londrina.
Pode-se referir que tal afirmação não tem sustentação.
Iremos apresentar alguns dados um pouco mais à frente.
É difícil dizer, com todas as letras, que determinada instituição bancária
é do Vaticano, porque, certamente, nos quadros das suas administrações, ou dos
accionistas, não estão lá representados, directamente, o Papa Católico
Romano, os seus assecias, cardeais ou bispos, ou meros padres, mas sim os
"homens de mão" das finanças, da economia, das advocacias, que são
os gnomos reais e concretos dessa instituição.
Já para os banqueiros e empresas interligadas com o Capital, da parte dos
judeus - e são-no, porque, embora aparentemente leigos, são todos religiosos
professos na essência, acaudelados apenas e só pelo judaísmo - é mais
fácil referenciar a sua proveniência. E, hoje, pelo menos nos Estados Unidos da
América, fazem gala, humilhando os próprios governantes e o Chefe de Estado, de
afirmar que são eles os "donos da América".
Mas, antes de entrar nesse campo, irei referir que, do ponto de vista
ideológico e prático, actualmente, o cristianismo (nas suas versões católicas e
similares protestantes nas suas diferentes confissões) e o judaísmo estão em
consonância total nos objectos que perseguem na sociedade humana: transformaram-se
em máquinas de endeusamento do egoísmo e da usura humanas.
O que era a essência multi-centenária, e até milenar, do judaísmo, que com
o seu egoísmo permanente, teve como pressuposto na sua actividade prática a
procura e o entesouramento em torno do dinheiro, o cristianismo (e, em primeiro
lugar, o catolicismo) adquiriu, para si, de uma maneira mais centralizada,
organizada e em escala planetária, essa essência ancestral do judaísmo,
essencialmente no século XX até à época actual.
Eles hoje estão intimamente ligados nos grandes negócios da usura, embora
procurem, concorrencialmente, tornar-se dominantes, um face ao outro. E, por
vezes, *guerreiam-se*.
2 - O Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, Suíça, acabou, há alguns
anos, um estudo que o levou a pesquisar milhares de grandes empresas, as suas
ligações financeiras e as estruturas accionistas e o papel desempenhado nas
diferentes economias mundiais.
Intitulou esse estudo: "Rede de controlo das multinacionais" (The
network of global corporate control), tendo concluindo em que 737 das grandes
empresas (financeiras e interligadas) dominam 80 por cento do capital mundial.
No estudo, ressaltou-se, em especial que os accionistas dos bancos JP
Morgan Chase & Co, Unicredito Italiano SPA, AllianzSE, Bank of America
Corporation, Merryl Lynch, Lehman Brothers Holdings, Credi Suisse Group,
Deustsche Bank AG, Goldman Sachs Group, Morgan Stanley, Société Générale e
Banque Populaire Caisse concentrariam o grosso do "poder económico"
real internacional.
Especifiquemos, apenas, os quatro primeiros: o JP Morgan está nas mãos dos
chamados fundos de investimento, fundações e similares, sendo que - prova-se,
sem grandes arremedos de investigação - porque os grandes bancos, que,
geralmente, gerem esses fundos, que, na realidade, são os seus principais
accionistas, a grande maioria está ligado a interesses individuais e colectivos
do capitalismo judaico de Wall Street (o vigarista Maddoff foi durante anos o
representante supremo e fidelíssimo do lobby AIPAC do NASDAQ). O Presidente do
FED e os secretários do Tesouro e da Defesa são de origem judaica, entre
outros cargos de relevância estatal e governamental.
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O livro de Corrado Pallenger, edição norte-americana
Mas, não só, com esse capital ao longo das últimas seis/sete décadas foi-se
dando um entrelaçamento, curioso, de outra religião.
O jornalista Corrado Pallenberg, que pertenceu ao Partido Democrata
italiano na Resistência e escreveu posteriormente, em vários jornais, como
Corriere de la Sera, e Daily Telegraph, e se especializou sobre as finanças da
Santa Sé referiu, nos anos 70, sem qualquer desmentido:
"Sobre o tema das relações entre o Vaticano e o mundo da alta
finança internacional muito se tem escrito, mas só vagamente. O sistema das
finanças da Santa Sé é complexo e difícil de considerar num todo único.
Referindo-se apenas à Administração Extraordinária (um dos organismos papais de
negociatas obscuras e profundas) podemos citar os Rotschild em Paris e Londres,
o Crédit Suisse, o Banco Hambro (que hoje já não existe, o Banco J.P. Morgam em
Nova Iorque e (last bur not least), o Banker Trust Company, também em Nova
Iorque. Um dos Vice-presidentes desta companhia (sublinhado
nosso, maioritariamente de capitais judeus) é (era, o senhor já morreu), Andrew
P. Maloney, é conselheiro para os Assuntos Económicos e Sociais da representação
da Santa Sé nas Nações Unidas".
Passemos ao seguinte: o Unicredito Italiano SPA é um banco do Vaticano, e
isto porque os seus principais accionistas pertencem ao domínio directo do IOR
(Mediobanca, 5,72%, Fondazione Cassa di Risparmio di Verona, Vicenza, Belluno e
Ancona, 4,211%, Fondadazione Cassa di Risparmino di Torino, 3,339%, Carimonte
Holding, 2,910% e o grande grupo alemão católico Allianz, 2,201%).
Convém referir que o Unicredito comprou, em 2005, o Bayerische Hypo-und
Vereinsbank Aktiengesellschaft (Hypo Vereinsbank ou HVB), que é, nada mais,
nada menos, o segundo maior banco privado da Alemanha. Com esta fusão surgiu o
maior banco italo-alemão, que ultrapassou em valor e importância o Deustche
Bank.
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Roma: sede do Unicredito
O grupo Allianz é dominante, por seu turno, na Alemanha.
Finalmente, o Bank of America está, em maioria nas mãos de capitalistas
judeus, mas tem igualmente capital e fortes investimentos da Santa Sé, tal como
o Morgan, e já agora vice-versa.
(O jornalista italiano Gianluigi Nuzzi,
que publicou um livro com o título *Vaticano S.A., onde reproduz as memórias e
os documentos de um dos mais importantes gestores das finanças da Igreja
Católica, de 1974 até 2000, monsenhor Renato Dardozzi, assinala que "a
década de 1960 marca o crescimento desmesurado e o vértice nos negócios entre
os EUA, o Vaticano e a Itália".
E precisa - referindo-se a Michele Sindona, banqueiro, mafioso e *homem de
mão* intermediário de negócios do Papa Paulo VI :
"Conselheiro do boss italo-americano Joe Adonis, da *família* de Dom
Vito Genovese, o banqueiro siciliano descobre os canais para o branqueamento da
Máfia, conquista a imprensa americana graças aos sucessos financeiros, faz
negócios com David M. Kennedy, (um judeu-citação minha), presidente do
Continental Illinois Bank, o qual será ministro do Tesouro do governo de
Nixon.
E filia-se na Loja maçónica mais poderosa daquele período, a
Propaganda Due, de Licio Gelli, que conhece durante um dos seus raros deveres
sociais: director das Remington Rand na Toscana".
Ou seja, mostra a interligação perfeita entre o capital judeu e mafioso
norte-americano como o capital do Vaticano, em sintonia com a Máfia italiana).
Já agora, e a talhe de foice, convém referir alguns dos principais bancos
italianos e europeus, todos eles dominados, ou com forte presença accionista do
Papado romano, directamente ou via *sucursais*, como a Opus Dei, os
franciscanos, dominicanos e outros : Banco Popolare, Intensa Sanpaolo, Banca
Monte dei Paschi di Siena e Union di Banche Italiane (UBI Banca), Union de
Banques Suisses (UBS), Banco Bilbau, Viscaia, Argentaria, Banco Pastor, Banco
Popular, Santander, Royal Bank of Scotland ou Barclays .
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Mussolini saúda o pacto assinado o Papa Romano
Assim, se expandiu o polvo financeiro do Vaticano..."O governo
italiano compromete-se a cumprir o acordo que consiste no pagamento da quantia
de 750 milhões de liras à Santa Sé e a entregar ao mesmo tempo títulos de
dívida pública a 5% no valor nominal de um bilião de liras italianas".
3 - De certo modo e em certo sentido, pode verificar-se a real distribuição
de poder no chamado mundo capitalistas ocidental, que, presentemente
enquadra, em grande medida o sistema financeiro internacional, pela importância
dos seus bancos e instituições bancárias nos controlos dos chamados Bancos
Centrais (O BCE, na Europa, e a FED, nos EUA).
Comecemos, então, precisamente, pelo BCE. Quem o constitui?
Nationale Bank van Belgie/Banque Nationale de Belgique- 2,8297%;
Danmarks Nationalbank
1,726%;
Deustsche Bundesbank
23,4040%;
Bank of Greece
2,1614%;
Banco de Espanã
8,7801%;
Banque de France
16,515%;
Central Bank and Financial Services Authority of
Ireland
1,0254%;
Banque Central du Luxembourg
0,1708%;
De Nederlandsche Nationalbank
4,4323%;
Oesterreichische Nationalbank
2,3019%;
Banca de Itália
14,5726%
Banco de Portugal
2,0129%;
Suomen Pankki
1,4298%;
Sveriges Riksbank
2,6636%;
Bank of England
15,9764%. Curioso é o facto deste banco, cujo país é
contra o euro, estar no *coração* de uma instituição que é vital para a
sustentação da moeda europeia!!!.
//Não iremos apresentar dados discriminados do que consideramos um dado
adquirido: o BCE não é uma instituição oficial europeia, mas um
organismo nas mãos de bancos privados, nem os bancos centrais nacionais são
pertenças dos respectivos Estados. Para verificar tais dados podem ler-se os
estatutos do BCE, bem como os relatórios que a sua administração faz
periodicamente, bem como a estrutura accionista nacional dos respectivos
bancos //.
Para o caso que queremos analisar - o papel do Vaticano, no sistema
financeiro europeu - iremos concentrarmo-nos, justamente, no banco central
italiano, a Banca de Itália, cujos accionistas abaixo se discriminam:
Intesa Sanpaolo S.p.A. 91.035/50
UniCredit
S.p.A. 66.342/50
Assicurazioni Generali S.p.A. 19.000/42
Cassa di Risparmio in Bologna S.p.A. 18.602/41
INPS 15.000/34
Banca Carige S.p.A. - Cassa di Risparmio di Genova e
Imperia 11.869/27
Banca Nazionale del Lavoro S.p.A. 8.500/21
Banca Monte dei Paschi di Siena S.p.A. 7.500/19
Cassa di Risparmio di Biella e Vercelli S.p.A. 6.300/16
Cassa di Risparmio di Parma e Piacenza S.p.A. 6.094/16
Cassa di Risparmio di Firenze S.p.A. 5.656/15
Fondiaria - SAI S.p.A. 4.000/12
Allianz Società per Azioni 4.000/12
Cassa di Risparmio di Lucca Pisa Livorno S.p.A. 3.668/11
Cassa di Risparmio del Veneto S.p.A. 3.610/11
Cassa di Risparmio di Asti S.p.A. 2.800/9
Cassa di Risparmio di Venezia S.p.A. 2.626/9
Banca delle Marche S.p.A. 2.459/8
INAIL 2.000/8
Milano Assicurazioni 2.000/8
Cassa di Risparmio del Friuli Venezia Giulia S.p.A.
(CARIFVG S.P.A.) 1.869/7
Cassa di Risparmio di Pistoia e Pescia S.p.A. 1.126/6
Cassa di Risparmio di Ferrara S.p.A. 949/5
Cassa di Risparmio di Alessandria S.p.A. 873/5
Cassa di Risparmio di Ravenna S.p.A. 769/5
Banca Regionale Europea S.p.A. 759/5
Cassa di Risparmio di Fossano S.p.A. 750/5
Cassa di Risparmio di Prato S.p.A. 687/5
Unibanca S.p.A. 675/5
Cassa di Risparmio di Ascoli Piceno S.p.A. 653/5
Cassa di Risparmio di S. Miniato S.p.A. 652/5
Cassa dei Risparmi di Forlì e della Romagna S.p.A. 605/5
Banca Carime S.p.A. 500/5
Società Reale Mutua Assicurazioni 500/5
Cassa di Risparmio di Fabriano e Cupramontana S.p.A. 480/4
Cassa di Risparmio di Terni e Narni S.p.A. 463/4
Cassa di Risparmio di Rimini S.p.A. - CARIM 393/3
Cassa di Risparmio di Bolzano S.p.A. 377/3
Cassa di Risparmio di Bra S.p.A. 329/3
Cassa di Risparmio di Foligno S.p.A. 315/3
Cassa di Risparmio di Cento S.p.A. 311/3
CARISPAQ - Cassa di Risparmio della Provincia dell'Aquila
S.p.A. 300/3
Cassa di Risparmio della Spezia S.p.A. 266/2
Cassa di Risparmio della Provincia di Viterbo S.p.A. 251/2
Cassa di Risparmio di Orvieto S.p.A. 237/2
Cassa di Risparmio di Città di Castello S.p.A. 228/2
Banca Cassa di Risparmio di Savigliano S.p.A. 200/2
Cassa di Risparmio di Volterra S.p.A. 194/1
Cassa di Risparmio della Provincia di Chieti S.p.A. 151/1
Banca CRV Cassa di Risparmio di Vignola S.p.A. 130/1
Cassa di Risparmio di Fermo S.p.A. 130/1
Cassa di Risparmio di Savona S.p.A. 23/1
TERCAS - Cassa di Risparmio della Provincia di Teramo
S.p.A. 115/1
Cassa di Risparmio di Civitavecchia S.p.A. 111/1
CARIFANO - Cassa di Risparmio di Fano S.p.A. 101/1
Cassa di Risparmio di Carrara S.p.A. 101/1
CARILO - Cassa di Risparmio di Loreto S.p.A. 100/1
Cassa di Risparmio di Spoleto S.p.A. 100/1
Cassa di Risparmio della Repubblica di S. Marino S.p.A. 36/
-
Banca CARIPE S.p.A. 8/ -
Banca Monte Parma S.p.A. 8/ -
Cassa di Risparmio di Rieti S.p.A. 8/ -
Cassa di Risparmio di Saluzzo S.p.A. 4/ -
Banca del Monte di Luca S.p.A 2.
Embora não pertença ao euro, o papado cunha a moeda europeia e saca lucros fabulosos
A Banca de Itália, teoricamente, só conta com duas
instituições participativas estatais - INPS e INAL
(Segurança social e seguros sociais) - que representam
menos de 10% (42 votos) de um total de 539.
Ora, o grosso dos estabelecimentos bancários e de seguros
estão ligados, maioritariamente, à Santa Sé.
Voltemo-nos, agora, para um outro país, a Espanha (mas
poderia ser a Irlanda), onde os maiores bancos - BBVA,
Sabadell, Pastor, Popular, Banesto, entre outros - eas as
Caixas de Aforro, com grande poder financeiro, como La
Caixa de Catalunha, estão ligadas, ou detêm uma forte
participação de entidades católicas, directa ou por
interpostos fundos e investimentos similares.
O curioso é que se verifica, ao entrar no âmago do
processo interno accionista, nesses bancos,
aparece uma significativa presença de capital
financeiro judeu. O que pressupõe a existência de
interligação *planeada* entre capitais da Santa Sé
e de Wall Street.
Finalizaremos a nossa abordagem,
necessariamente sintética, falando do sistema
financeiro norte-americano, e, no concreto, a
questão que nos interessa: no geral, o controlo
privado do banco central norte-americano, cuja
sigla é FED, e, no particular o facto de serem os
seus controladores, não apenas estruturas do país,
mas também europeias, mas com o traço comum
de serem, em larga maioria, de capitalistas
especuladores judeus.
Os dados que justificam proveem de fontes
diversificadas, mas todas concordantes, com perfil
idêntico: estão ou estiveram a trabalhar dentro
desse sistema. Sabem, portanto, da poda.
Temos, assim, que os principais accionistas da FED são:
Rothschild Bank of London;
Warburg Bank of Hamburg;
Rothschild Bank of Berlin;
Lehman Brothers of New York;
Lazard Brothers of Paris;
Kuhn Loeb Bank of New York;
Israel Moses Seif Bank of Italy;
Goldman, Sachs of New York;
Warburg Bank of Amsterdam;
Chase Manhattan Bank of New York.
Kuhn Loeb Bank of New York;
Israel Moses Seif Bank of Italy;
Goldman, Sachs of New York;
Warburg Bank of Amsterdam;
Chase Manhattan Bank of New York.
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