segunda-feira, 4 de julho de 2011

O CASO STRAUSS: QUE SE PASSA NAS ENTRANHAS DA ALTA FINANCA...








Que se passa no interior do sistema financeiro internacional, em especial nas entranhas do poder capitalista dos Estados Unidos (mas não só), e, de modo concreto, na engrenagem da alta finança controlada pelos judeus norte-americanos, quando aceitam, de mão-beijada a substituição de um seu par - embora europeu - Strauss Khan por uma ministra das Finanças de meia-tigela, mas que pertence a uma das mais poderosas empresas multinacionais de advogados dos EUA, que se movimenta e movimentou, como peixe na água nos meios de Wall Street?
Algo de muito grave, para a finança norte-americana, estaria - e estará - na posse de Khan para o prenderem, com o maior dos espalhafatos, com um acusação sem contraditório na altura, quando o antigo ministro das Finanças francês regressava ao seu país?


Como se deixou armadilhar Khan, sabendo que estava a ser vigiado? O depravado francês, porque o é, os dados são mais que evidentes, caia numa ratoeira daquela maneira? Ainda por cima, havia escutas aos telefonemas da vítima com um namorado que estava preso. Tudo isto parece mal contado.

Mas porque se cala Khan? E se retira, quase sem dar luta, do cargo de director-geral do FMI e arruina uma possível candidatura à Presidência da República gaulesa?

Alguns dos jornais norte-americanos, como o New York Times, ou o inglês Times, ou as cadeias de televisão, CNN e FOX News, citaram, há dois anos, um congressista norte-americano chamado Ron Paul, que afirmou que, na sua opinião, não exista ouro em Fort Knox, ou seja os EUA estão a negociar no mundo sem "reservas estratégicas reais".



Perante a acusação, nunca houve um desmentido consistente e transparente, mas apenas notas formais. Nunca foi realizada uma auditoria externa a uma tal acusação. Será verdade?.

Nos meios informativos corre um rumor que os EUA teriam pago com outro falsificado, com a chancela da Reserva Federal, uma dívida à China. Será verdade?.

O Primeiro-Ministro Vladimir Putin afirmou, oficialmente, após a detenção de Khan, que este fora "vítima de uma enorme conspiração americana". Os EUA não refutam tal acusação.

E admitem, pouco depois, aliás como a Rússia e a China que uma obscura ministra das Finanças de um Presidente francês em decadência seja eleita como nova directora do Fundo Monetário Internacional, cuja principal actividade foi a "carreira" feita na firma de advogados, a norte-americana Baker &Mckenzie (3.750 advogados distribuídos por 69 escritórios em 41 países diferentes). A francesa a ela pertenceu durante 25 anos...anos, não são dias.

Curiosamente, Lagarde é uma defensora intransigente da aplicação, sem dó, nem piedade, dos planos de austeridade fomentados pelo FMI para puderem prover de fonte de novos financiamentos salvadores para os principais bancos internacionais, com os norte-americanos à cabeça.

Ora, a Baker and McKenzie, de que a actual directora do FMI, foi presidente, é uma empresa que conta entre os próprios clientes multinacionais como a holandesa Unilever (Axe, Lynx, Dove, Becel, Hellman's, Knorr, Lipton, Lux, Omo, Surf, Rexona, Carte d'Or, Olá), Honeywell (informática e armas), William Wrigley Jr. Company (gomas alimentares: Freedent, Doublemint, Spearmint, Orbit, Juicy Fruit), Searle (farmacêutica, agora Pfizer) e Eli Lilly and Company (Methadone, Prozac). Ou seja, uma fatia substancial dos accionistas do sistema financeiro de Wall Street.

Assinala alguma imprensa internacional, imprensa de referência, como o The Guardian, que Christine Lagarde foi colocada no cargo, essencialmente, para "proteger" os grandes bancos ...

E assinalam que o sistema finnaceiro norte-americano está a procurar colocar como número dois do FMI, o judeu David Lipton, considerado como "o auxiliar precioso da ajuda" ao decadente sistema financeiro.

De onde vem Lipton? Precisamente do Citigroup. Que esteve - e está - com a corda ao pescoço, com uma ameaça de bancarrota.

Será que o sistema financeiro norte-americano está numa fase de tal vulnerabilidade que as "grandes potências" se uniram para salvarem o dominio de Wall Street? Ou seja a continuidade financeira do lobby judeu.

Lagarde esteve ligada também à multimacional bancária ING Group e foi, entre 1995 e 2002, membro do Center for Strategic and International Suties (CSIS), liderada pelo judeu de origem polaca, ex-conselheiro de Segurança Nacional Zbigniew Brezinski, um dos membros mais influentes do AIPAC (ou seja a principal estrutura lobbista judaica norte-americana).

Os proximos meses sao de expectativa.



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