segunda-feira, 21 de novembro de 2011

OS MASSACRES NO EGIPTO TEM O DEDO DE WASHINGTON



1 - Dizem as agências noticiosas ocidentais. Está a existir uma massacre no Egipto, cometidos pela Junta Militar que deu um golpe de Estado no país, derrubando o general Hosni Mubarak, com o apoio norte-americano.

O silêncio das autoridades de Washington sobre estas atrocidades é confrangedora, ainda mais confrangedora, porque a senhora Clinton, Secretária de Estado, ainda há dias incensava a transição egípcia.

Mas são notícias são brutais:

"O terceiro dia do 'fim-de-semana sangrento' no Egipto ficou marcado pela morte de pelo menos 24 pessoas.

Os confrontos na já conhecida Praça de Tahrir, no Cairo, intensificaram-se durante toda a noite de ontem e prolongaram-se pelo dia de hoje, com as forças de segurança a dispararem gás lacrimogéneo e balas de borracha e com os activistas a exigirem o fim do governo da junta militar e a transposição do poder para as mãos dos civis.

Esta escalada de violência, que se intensificou no passado sábado, reflecte a frustração dos egípcios que participaram activamente na revolução para afastar Hosni Mubarak do poder, em Fevereiro.

Uma junta militar tem governado o país desde então, limitando-se a fazer um trabalho de continuação e não de ruptura com o regime de Mubarak, segundo dizem os activistas presentes nos confrontos.

O descontentamento prende-se com o facto de que, mesmo depois das eleições do próximo dia 28 – as primeiras para a democracia desde o afastamento de Mubarak –, o Conselho Supremo das Forças Armadas irá permanecer no poder.

A frustração domina os protestantes, que acusam as Forças Armadas de estarem a seguir a mesma linha de actuação do regime autocrático do antigo presidente e de se estarem a preparar para dominar o próximo governo, que surgirá do acto eleitoral".






Mas a repressão continua também na Arábia Saudita, que agora até pretende proibir que as mulheres olhem, com a cara tapada, olhem de "maneira sexy" para os homens, quando passam na rua.






No Barhein, o regime persegue todos os oposicionistas, mas a segurança está assegurada por uma guarda pretoriana saudita, com o beneplácito dos norte-americanos e restantes ocidentais, como a França e o Reino Unido.






Claro que a Liga Árabe, onde pontificam os escroques medievais da Arábia Saudita, do Qatar, do Barhein, e, na sombra a CIA norte-americana e a MOSSAD israelita, está preocupada com os que se lhe opõem como a Síria, o Libano e o Irão.






Sempre em nome da Democracia, dos Direitos do Homem...e do petróleo que enche os cofres dos financeiros judeus de Wall Street.






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